Forrest Frank anuncia que não participará de premiações e reflete sobre fé e cultura pop
- Redação

- 7 de out. de 2025
- 2 min de leitura

O cantor e compositor norte-americano Forrest Frank, conhecido por unir sonoridades do pop e do gospel contemporâneo, compartilhou nas redes sociais uma reflexão sobre os desafios de ser um artista cristão inserido na cultura popular. Em um vídeo publicado no Instagram, o músico falou abertamente sobre o dilema de “estar no mundo, mas não ser do mundo” — expressão bíblica usada para descrever o equilíbrio entre viver a fé e participar da sociedade moderna.
Durante o relato, Forrest reconheceu que sua imagem e seu estilo musical podem se assemelhar aos da indústria secular, mas destacou que busca constantemente entender onde traçar a linha entre o que pertence a Deus e o que pertence ao mundo. “Eu me visto como o mundo, pareço um pouco com o mundo, e minha música pode soar como o mundo. Então, onde essa linha é traçada?”, questionou.
O artista revelou ainda ter uma convicção pessoal: não aceitar prêmios por algo que considera ser de Jesus e para Jesus. Forrest afirmou que essa reflexão começou durante sua participação no Dove Awards do ano anterior, quando expressou no palco seu desconforto com o reconhecimento público. “Disse naquele momento que ainda estava lutando com o conceito de receber um prêmio, mas que toda glória pertence a Jesus. Todos os nomes desaparecerão — inclusive o meu — exceto um nome”, recordou.
Agora, segundo ele, essa convicção se aprofundou. Forrest anunciou que não participará mais de premiações como o Dove Awards ou o Grammy, adotando o que chamou de “postura de não participação”. O motivo, explicou, é espiritual: “Não sei se quero nem subir naquele palco ou estar naquela sala.”
Encerrando o vídeo, o cantor deixou uma mensagem aos jovens cristãos, enfatizando que o verdadeiro reconhecimento não vem de troféus ou holofotes, mas da fé. “Espero ser um exemplo para os jovens de que o verdadeiro troféu é a salvação. O troféu é ter o nome escrito no Livro da Vida e viver a eternidade com Deus. De que adianta um pedaço de metal comparado a isso?”, declarou.
A fala de Forrest Frank repercutiu entre fãs e líderes cristãos, reacendendo o debate sobre os limites entre arte, fé e sucesso no cenário musical contemporâneo.



